Poucos contos e alguns trocados.

sábado, 11 de outubro de 2014

Lagoona em Paris

Quem já me conhece sabe que eu adoro tons pastel (sim, a concordância está certa, substantivo transformado em adjetivo não flexiona). Essa moda verão está simplesmente perfeita com esses verdes azulados ou azuis piscina, que eu simplesmente amo combinados com rosa.

Como eu já tinha comprado um punhado de esmaltes parecidos mas não achava a cor que eu queria, comprei um branco numa loja de cosméticos e misturei com um cadinho de esmalte verde até encontrar a cor desejada.

Como os esmaltes foram o França (Colorama) e o Lagoona, eu batizei a minha nova cor de "Lagoona em Paris". Infelizmente, o França não é branco branco (aqueles que parecem corretivo, sabe? Eu queria um assim. A moça da loja me falou, depois, que o ideal é o Pétala Branca, mas acabei não comprando), então o esmalte ficou meio transparentinho. Usei duas camadas.

Misturei eles num frasquinho vazio de esmalte que eu tinha (na verdade, o frasquinho era de base de tratamento, mas me arrependi horrores porque o bendito frasco é verde e aí ficou difícil de ver a cor-resultado da minha maçaroca). Escolhi esse frasco porque a base era transparente, aí não afetou o resultado final.

Aqui está o trio de vidrinhos. Da esquerda para a direita: Lagoona, Lagoona em Paris e França
 Pretendo etiquetar a novidade.

Em seguida, pintei as unhas, lógico! Combinei com o rosa "Cinturinha", da Impala. Quem fez as bolinhas foi a minha irmã Andy, porque eu simplesmente não consigo mais fazê-las.

Esmaltes usados no Nail Art
Ficou desse jeito:


Mais fotos:

Eu que fiz o vestidinho da Draculaura, e falarei dele em algum próximo post








segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Ghoulia inspired Dress

Então, amados. Depois que saíram as bonecas do novo filme Freaky Fusion (que inclusive está disponível já pra assistirmos online, embora eu nem tenha clicado no link pra ver como está o filme), a minha irmã Andy, dona da Severina Teresa Elisabat, se apaixonou pela Ghoulia com a roupinha inspirada na Draculaura. E a minha imaginação começou a trabalhar loucamente (em seguida, as minhas mãos). Por tudo isso, trago a vocês o resultado do meu trabalho:


Sei que a foto não ficou lá grandes coisas, mas aí está. Deu um trabalho enooorme, mas eu amei o resultado. Pra quem quiser comparar:

 
Créditos da foto:http://christinaarticulates.blogspot.com.br/2014/09/freak-fusion-ghoulia-yelps.html#more

As fotos desse blog, inclusive, usei como base para confeccionar a minha reprodução, mas procurei caprichar mais em detalhes que não receberam tanta atenção na roupinha oficial, como, por exemplo, a saia preta:






Eu não curti essa saia, de sinceridade. A minha, ao contrário, eu fiz baseada em fotos de saias de lolita que eu encontrei no Google images, e ficou assim:

Achei que ficou muito mais interessante do meu jeito, mas como, obviamente, a produção das bonecas é em série, eles não podem se dar ao luxo de fazer três camadas de babados numa saia que vai ficar escondida. Ah, sim: a saia roxa é removível, a exemplo da original.

A blusinha (eu não fiz vestido porque fiquei com pena de comprometer a saia preta) ficou um pouco aquém do esperado, embora tenha ficado uma fofura. Eu devia ter franzido o babado superior (ele está pregueado).



O colar e a boina também foram feitos por mim, mas a boina não teve nada a ver com o meu planejamento. A Andy que decidiu usar, quando vestiu a Sev.



Para finalizar, queria agradecer à moça do blog http://christinaarticulates.blogspot.com.br/ que postou as fotos maravilhosas que me ajudaram a cerzir o modelito =D

Thank you to Christina Articulates, for all wonderful photos, that helped me a lot!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Impressões sobre Os Três Mosqueteiros, de Alexandre Dumas Pai


Eu devo ter batido algum recorde ao ler esse livro. Ele tem 510 páginas e eu o devorei em menos de três dias! Peguei na biblioteca no dia 17 à tarde e terminei no dia 19, ao meio dia. (Tudo isso de julho).

Como esperado, o livro é absolutamente foda!

Conta a história de d'Artagnan, cujo sonho é ser mosqueteiro. Ele vai a Paris tentar a vida, e acaba se envolvendo em uma trama visando prejudicar a rainha. Lógico que acontecem muito mais coisas (o livro tem mais de 500 páginas, né), mas o principal é isso.

D'Artagnan lembra aquele estereótipo de protagonista que é infantil e virjão e, de repente, se torna absolutamente foda. Não lembro de ele ser derrotado em nenhuma luta! Isso que, no início do livro, ele tinha só 19 anos (um guri, segundo todo o mundo que fala dele). Além disso, ele vira um baita pegador (as minas caem de boca em cima dele). Lógico que o livro foi escrito no século XIX, e, naquela época, esse estereótipo não era tão comum (falo um pouco disso no post sobre o Harry Potter). Além disso, ao contrário do Homem Aranha, que ganha poderes e passa a ser the fucking hero do nada, o d'Artagnan foi muito bem treinado pelo pai, que havia sido mosqueteiro.  O que ficou bem a esse estilo é que, no início do livro, ele é impulsivo, puxa briga por pouca merda, e depois fica absurdamente cauteloso - do nada.

Enfim, eu fiquei o tempo todo esperando o Galvão Bueno gritar "luta muito esse menino d'Artagnan!".

Os três mosqueteiros, Athos, Portos e Aramis, que dão nome ao livro, são três amigos inseparáveis que aceitam d'Artagnan no trio (que passa a ser um quarteto, a menos que meus professores de matemática tenham me zoado) e que recebem, a meu ver, pouca atenção, comparado com o quanto é falado do guri. E eu imaginei três bonitões, me desculpem.



Athos, é, dos três, o que tem mais importância na trama. Ele é elegante como um príncipe, inteligente, calado, manja das boas maneiras e tudo o mais. Um gentleman, menos no episódio em que fica trancado em uma adega por uma ou duas semanas, por ter sido acusado de falso moedeiro pelo dono da adega em questão. Ele sai de lá parecendo um selvagem (não posso culpá-lo). Além disso, é o mosqueteiro que d'Artagnan mais admira, e com o qual trava uma relação de pai e filho. É o mais velho de todos (tem uns 36 anos, pelas minhas contas).


Aramis, o mais jovem de todos (21 anos), deseja ser padre (isso é muito engraçado). O episódio em que ele larga o seminário e se junta aos mosqueteiros é ótimo. Ele também escreve poesia e fala latim.


Porthos, o mais engraçado de todos, é glutão, vaidoso e, infelizmente, não recebe muita importância na trama. E a relação com a amante dele é hilária!

Milady de Winter 

(spoilers - selecione pra ler) Ela, ao contrário do esperado, é a grande vilã do livro - obviamente, é mais fácil acabar com ela do que com o fodão do Cardeal, que controla o Rei. A moça consegue a façanha de ser mais foda que o d'Artagnan! Faz coisas incríveis, sem saber sequer lutar com espada! 

Achei ela extremamente injustiçada, pois a sua saga começa por ela ser marcada como criminosa (ela tem uma tatuagem no ombro) feita por seduzir um padre, sendo ela também freira. Lógico, um crime puxa o outro e ela acaba fazendo absurdos só pra se safar. 

Eu também assisti a dois filmes relacionados a Os Três Mosqueteiros. Aqui vão minhas impressões sobre eles:


Os Três Mosqueteiros (2011) - Paul W.S. Anderson

Ideal pra desligar o cérebro. O começo é mais ou menos fiel, com d'Artagnan saindo da roça pra tentar a vida na cidade, mas depois descamba pra zoeira, com os quatro - os mosqueteiros mais o guri - lutando contra QUARENTA guardas (e vencendo!). E isso é só o começo dos absurdos.

Enfim, é um filme de ação, com cenas de lutas de espada, peleja no ar com dirigíveis, corrida pra recuperar a jóia da rainha, armas futuristas (e absurdas, como lasers protegendo um cofre!?)  e todos os clichês do gênero.

Como eu já disse, fraco, mas ideal pra sentar na frente da tv e assistir de boca aberta. 


O Homem da Máscara de Ferro (1998) -  Randall Wallace

Uma espécie de continuidade de Os Três Mosqueteiros (livro), com, óbvio, algumas alterações. Os três já deixaram de ser mosqueteiros (Aramis virou padre, e os outros dois se aposentaram) e d'Artagnan é capitão dos mosqueteiros. Eles se envolvem em uma conspiração (tramada por Aramis) para substituir o rei tirano por seu irmão gêmeo, que está na prisão.

O filme tem correrias e lutas de espadas, mas é muito mais inteligente que o primeiro que resenhei. Além disso, os personagens e a história são muito mais fieis ao livro (tanto que a Andy, que não terminou de ler, não entendeu algumas coisas - não expliquei pra não dar spoiler). Por isso, ele se torna mais digerível por quem já leu o livro.

É bem legal, mas às vezes é meio parado (tem diálogos bastante longos e mais complexos que o normal da tv).

P.s.:Eu gostaria de ter escrito um conto chamado Os Três Motoqueiros. Quem sabe saia.

P.p.s.: imagens catadas no Google


domingo, 27 de julho de 2014

Impressões sobre Harry Potter


Eu estive um tempo off-line por motivos de: li três livros de mais de 500 páginas cada em uma semana.

Dois desses livros foram Harry Potter e o Cálice de Fogo e A Ordem da Fênix.

O Cálice de Fogo é o quarto volume mas eu entendi a história porque já tinha assistido aos filmes até o Prisioneiro de Azkaban.

Vou resenhar os dois livros juntos para economizar post rs

A saga Harry Potter é um daqueles livros que seguem o formato tradicional de nerd que sofre bullying, que perdeu os pais e que, do nada, descobre que tem superpoderes e então se torna o foda. Com um pouquinho de esforço, podemos listar um punhado de obras que seguem esse padrão. Homem Aranha, Percy Jackson (que, no fim, é uma cópia descarada do HP), Como Treinar seu Dragão (o primeiro, ao segundo eu não assisti), Aviões (aquela continuação do Carros), etc. Quando a protagonista é feminina, o resultado são filmes ainda piores, como High School Musical, Camp Rock, quase todos os outros filmes juvenis da Disney, O Diário da Barbie e etc. A guria não ganha poderes, só alguma habilidade que a destaca do resto do colégio e a torna linda e desejada.

Atenção: essa resenha contém spoilers (eu conto o final do livro). Continue a ler por sua conta e risco.

O Cálice de Fogo começa como todos os livros do HP, com ele na casa dos tios trouxas sofrendo horrores, quando é salvo pela família do Rony que o convida para passar o resto das férias com ele, e ir ao estádio assistir a uma partida da Copa do Mundo de Quadribol. Ao final do jogo, alguém aproveita uma confusão armada para projetar a marca do Voldemort no céu.

Depois de tudo isso, começam as aulas em Hogwarts e é anunciado o Torceio Tribruxo, envolvendo três escolas de diferentes países, cada uma com um representante, denominado Campeão. E aí começa o que eu vou chamar de sem noção, na falta de expressão melhor.  Apesar de o torneio ser vedado a quem tivesse menos de dezessete anos, Harry (então com catorze) também é convocado (claro, né, ou alguém achou que ele ia ficar de fora?). Todos os adultos concordam que alguém inscreveu o piá para matá-lo mas absolutamente ninguém faz absolutamente nada para impedir!

No final do torneio, que o Harry obviamente ganha, descobre-se que a taça era a chave de um portal que levava a um cemitério, onde Voldemort faz um ritual para recuperar o seu corpo usando o sangue do HP. Ou seja, o guri havia sido inscrito no torneio porque o Voldemort queria que ele encostasse na taça e fosse levado ao cemitério, onde poderia servir aos propósitos malignos.  Só eu vejo uma incoerência aí? Porque o servo do Voldemort transformou a taça numa chave de portal? Porque não transformou qualquer outra coisa, como uma cueca ou uma meia do Harry, ou uma maçaneta de porta, ou enviou a chave via coruja pra ele? Teria sido muito mais simples e rápido, e o guri não correria o risco de morrer no torneio, o que prejudicaria os planos maléficos do  vilão, inviabilizando o ritual. Além, de claro, não dar mais ibope pro Harry.

E aí tem a "luta" contra o Voldemort ressuscitado. O HP tá ferido, amarrado a um túmulo, sem varinha, e o vilão solta ele, dá a varinha de volta e o desafia para um duelo, certo de que iria ganhar. (Por que não matar de uma vez?) E aí vem a maior forçação de barra do livro: as varinhas dos dois são irmãs e não querem lutar entre si (?!). "Elas não funcionam bem uma contra a outra. Se, no entanto, o dono de uma das varinhas forçar uma luta entre as varinhas... produzirá um efeito muito raro. 'Uma das varinhas forçará a outra a regurgitar os feitiços que realizou, na ordem inversa. O mais recente primeiro... depois os que o antecederam....'"  (p. 554) E isso não só permitiu que o HP escapasse do Voldemort e de um punhado de Comensais da Morte, como os feitiços regurgitados tomaram forma das pessoas que foram mortas, que foram apoiar o Harry! (é pouca noção pra muita gente).

Depois: o servo de Voldemort infiltrado na escola. Supondo que o Dumbledore, extremamente fodão, não tenha percebido que ele era um farsante, por que diabos o cara (que estava infiltrado como professor de Defesa Contra as Artes das Trevas ou algo que o valha), ensinou os alunos (HP incluso) a se defenderem (!!!) das maldições imperdoáveis, que são proibidas de serem lançadas contra seres humanos,  mas que os servidores de Você-Sabe-Quem usam o tempo todo? Se eu estivesse infiltrada como professora de um inimigo, eu ia dar a aula mais porca que eu conseguisse, e um monte de trabalhos desnecessários, além de provas impossíveis de responder.  Era possível que o sujeito tivesse tentando conquistar a confiança do Potter, mas dar-lhe uma arma contra o próprio senhor? É muita burrice. Eu apostaria  que a autora só resolveu que o sujeito fosse um farsante no final do livro.

E as três tarefas do torneio (que se arrasta penosamente pelo ano inteiro)! A primeira é enfrentar um dragão (tudo bem que o HP só foge dele, mas, porra, é um dragão), a segunda é salvar amigos dentro do lago (por que amigos? podia ser qualquer coisa, mas os organizadores do torneio preferiram arriscar a vida de pessoas que não tinham nada a ver com o assunto) e a terceira é encontrar a taça dentro de um labirinto cheio de perigos.


Basicamente, é isso que acontece no livro inteiro. Pra não dizer que eu li com a cara amarrada, já odiando tudo, vou listar algumas coisas de que gostei:

1. A crítica feita à imprensa, por meio da jornalista Rita Skeeter, que é uma sensacionalista que distorce os fatos

2. O empenho da Hermione em ajudar os elfos domésticos, que vivem em regime de escravidão e que as outras pessoas (incluindo os próprios elfos) acreditam piamente que os pobrezinhos gostem disso

3. Os estudantes estrangeiros não são maus

4. E a crítica à justiça vingativa, personalizada pelos Dementadores.

Em seguida, vem A Ordem da Fênix. Esse livro é bem mais desnecessário que o outro, pois não acontece quase nada nele. Basicamente, eles ficam o livro todo combatendo uma diretora tirana, que provocou o afastamento de Dumbledore e que persegue o HP, além de dar uma aula porca porque acha que o Dumbledore está treinando um exército para enfrentar o ministério e se tornar, ele próprio, ministro da magia (?!).

A diretora toma um punhado de medidas sem noção, como transformar o Malfoy e os amigos dele em uma Brigada Inquisitorial(?!), com a função de vigiar os outros alunos para ela, e beneficiá-lo abertamente (a questão é: por que ela beneficiaria alguém?). A medida mais sem noção é, decididamente, demitir a professora de adivinhação (cujo nome não sei escrever) porque esta professora dava uma aula péssima. Sim, criatura, se tu tem medo que seja formado um exército de bruxos mirins pra detonar o ministério, porque diabos demitir uma pessoa que está, mesmo que inconscientemente, impedindo isso? Ela também persegue o Hagrid, mas aí faz sentido, porque ele é mestiço e o ministério (e o Voldemort) odeiam mestiços.

A fuga dos irmãos mais velhos do Rony também é bem forçadinha.

Ao final que eles lutam com o Voldemort e aí vem a maior forçação de barra do livro. O Harry tem vários sonhos em que "entra na mente" do Lorde das Trevas graças à cicatriz (?!) que se tornou um elo entre eles (?!).  O Voldemort percebe e decide usar essa ligação a seu favor. Transmite um sonho falso pro HP, em que Sirius tinha sido preso e estava sendo torturado. O bruxinho, é claro, se apavora e, graças ao bom senso da Hermione, vai confirmar se isso é verdade mesmo, usando a lareira da diretora (acontece que o Harry tinha ganhado do padrinho, no Natal, um presente que permitia se comunicar com ele. Por que não o usou?). Confirmado o sequestro, ele e os amigos vão até o ministério resgatar Sirius.

Lá, no ministério vazio (por que o ministério estaria vazio, se eles estavam em aula?), acontecem lutas e perseguições (normal. Eu, inclusive, estava lendo o livro pra ver isso, só achei meio sei lá o Rony ser atacado por um cérebro com tentáculos) e o guri encontra uma bolinha de vidro com o próprio nome gravado. Essa bolinha é uma profecia, que apenas o dono poderia pegar, e que foi mandado pra lá por Você-Sabe-Quem com justamente essa intenção. Enfim. A bolinha quebra e ninguém consegue ouvir a profecia. E o Sirius (que foi lá pra salvar o afilhado) morre (de uma maneira bem, digamos, injustificada e estranha).

O fato é que, apesar da profecia perdida, o HP vem a conhecer a profecia, por meio do Dumbledore, que retorna à direção do colégio. A profecia diz que um moleque cujos pais lutaram pra vencer o Lorde das Trevas estava predestinado a matá-lo ou ser morto por ele. (Oi?) O vilão sabia disso e, então, resolveu matar o piá enquanto este era um bebê e se fudeu (como já sabemos). A questão é que haver uma profecia é mega sem noção. E toda essa zorra por causa de uma profecia de que, aliás, o Voldemort já conhecia a maior parte? Tudo isso pra justificar porque o HP é mega procurado? E justificar a existência desse livro, né?

Depois, tem uma bobagem maior ainda, segundo a qual a mãe do Harry, ao se sacrificar por ele, deixou uma proteção permanente (?!) que deveria ser periodicamente renovada ao contato com gente do sangue dela (leia-se tia Petúnia, a trouxa com mania de limpeza) e que, por isso, Dumbledore largou o guri para ser criado por ela.

Que mais...? Curto a defesa aos mestiços e aos povos semi-humanos que é feita e as descrições do livro, que permitem visualizar o que está acontecendo. E simplesmente, PRECISO de uma Penseira (bacia para depositar os pensamentos) para mim. Seria extremamente útil.

Acho que é isso, no geral. Eu esperava um livro mais divertido, embora já esperasse algumas forçações de barra, causadas pelo alongamento excessivo da história com fins de lucro.

Pra finalizar minha resenha, gostaria que os fãs não viessem aqui criticando a tradução brasileira, pois as críticas que fiz não têm nenhuma relação com aspectos linguísticos. E que vou ignorar solenemente os berros de "faz melhor".

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Tag da verdade

Imagem roubada do blog da Andy

A Andy respondeu a essa tag no blog dela e eu ri tanto com as respostas que resolvi fazer também.
Perguntas:

1 – Você sai na rua de cara limpa? Você se maquia todos os dias?



Me maquio quando dá vontade e isso é lááá de vez em quando. (resposta da Andy, com que eu concordo e completo:) coisas que me deixam sem vontade de me maquiar: preguiça, rinite alérgica, dor de cabeça, lugar pra que eu vou (se eu não for me arrumar, nem me maquio), etc, etc.

2 – Você faz academia? Já faltou a academia por preguiça?



Zulive academia. Morro de preguiça só de pensar nisso.

3 – Quantos minutos por dia você gasta para se arrumar (banho + make + cabelo + roupa)? Seu namorado reclama?



Olha, uma vez eu tomei banho (lavando o cabelo), penteei o cabelo (meu cabelo demora pra pentear porque é fino e crespo), depilei as pernas e pintei as unhas enquanto tocava o Octavarium do Dream Theater (uma hora e quinze minutos). A roupa iria mais uns dez minutos, dependendo o clima e o local que eu fosse. Maquiagem eu demoro um pouco mais, mas não iria muito, porque não gosto de encher a cara de pintura, fica estranho.
 
E eu não tenho namorado :P

4 – Você passa hidratante corporal e protetor solar facial religiosamente todos os dias?



Não

5 – O que vc faz quando está num evento e o sapato machuca o seu pé?



Dependendo o lugar eu tiro mesmo hauhauahauh Caso contrário, eu aguento né, fazer o quê

6 – Já aconteceu da sua roupa rasgar, sujar ou manchar durante um evento? O que você fez?



Não me lembro, mas acho que não. Se acontecesse, eu ia tacar o foda-se.

7 – Já dormiu maquiada alguma vez na sua vida?



Não me lembro, mas acho que sim.

8 – Qual a cor de batom que você nunca teria coragem de usar?


Azul. Acho ridículo batom azul, ou amarelo, principalmente claros.

9 – Já sabotou sua dieta e se arrependeu?



Olha, de sinceridade, eu nunca fiz dieta na minha vida. Mas eu sou do tipo que só de ouvir esse nome já tem um arrepio. Tanto que, se  eu tou comendo e alguém fala em "engordar", "dieta" ou algo que o valha, eu já fico com mais fome e acabo comendo mais huhauahauhauahau
 
 
Sim, a consequência disso é que eu tenho 69 kg em 1,63m de altura.

10 – Já fez alguma maquiagem que deu errado ou ficou esquisita e só percebeu nas fotos?


Raramente me maquio e normalmente não exagero, porque sou bem insegura uhauahauh


Bem, acho que é isso. Estou um pouco distante do estereótipo de quem curte "se cuidar", "se arrumar" e etc.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Agenda Personalizada

Bem, galera. Depois de ver uns DIY na internet, andei com a ideia de fazer um caderno personalizado (eu já tinha um, com figuras recortadas de revistas, que eu fiz por conta mesmo, sem ler tutorial nenhum). E a oportunidade veio quando ganhei a agenda do Colégio de Aplicação da UFSC, onde estou fazendo estágio neste semestre.




O processo que eu usei foi parecido com o dessa moça aqui, mas eu, obviamente, usei imagens que catei na internet e imprimi. A contra-capa ficou toda preta. (eu imprimi uma folha A4, que deu todas essas imagens e ainda sobrou pra outro caderno, talvez a agenda do ano que vem rs)

Este foi o primeiro caderno que fiz (a contra capa também é decorada) e, embaixo, dá pra ver o interior da minha agenda

Acho que é isso.

terça-feira, 20 de maio de 2014

Tag: 7 coisas

Aproveitei pra copiar dela a foto que abre os posts (mas essa foto quem tirou fui eu)

A Andy me tagou no blog dela, Sábado Chuvoso, pra responder a essa tag, e lá vou eu:
  • 7 coisas pra fazer antes de morrer
  1. Conhecer o Beira-Rio (um dia eu ainda vou ver um jogo do Ínter lá)
  2. Aprender italiano
  3. Pintar o cabelo de arco-íris (não tive coragem porque o pobrezinho tá mais seco que o Saara)
  4. Tight lacing (sabe aquelas minas que usavam corset direto pra ficar com a cintura mais fina? Pois é)
  5. Ter um guarda-roupa vintage
  6.  Escrever um livro 
  7. Conhecer a Europa
  8. (em off) Dominar o mundo

  • 7 coisas que eu falo

  1. Palavrões de todo o tipo
  2. Tipo
  3. Né 
  4. Putz
  5. lol
  6. Orrax
  • 7 coisas que eu faço bem
  1. Bordar
  2. Ler
  3. Ensinar (dizem)
  4.  Aprender (qualquer coisa)
  5. Encontrar coisas sumidas
  6. Bagunça
  7. Pesquisar preços
  • 7 coisas que eu não faço bem
  1. Ter paciência
  2. Explicar o que eu sinto
  3.  Esconder quando estou nervosa
  4. Combinar cores (normalmente é qualquer cor com branco ou preto)
  5. Puxar assunto
  6. Agradar as pessoas
  7. Rir de piadas que não têm graça
  • 7 coisas que me encantam
  1. Línguas antigas e modernas
  2.  Moda vintage
  3. Civilizações antigas
  4. Outras culturas
  5. Costura
  6. Artesanato
  7. Ciência
  • 7 coisas que eu não gosto
  1. Gente tentando me obrigar a alguma coisa
  2. Que me digam o que comer, o que vestir, como agir, etc, sem eu pedir
  3. Que me impeçam de comer alguma coisa (sou tipo cachorro, que tu encosta na comida e ele rosna e morde)
  4. Que debochem das coisas que sinto/penso
  5. Gente me cobrando qualquer coisa
  6. Gente querendo que eu explique o que estou sentindo, principalmente quando estou nervosa
  7. Música alheia quando estou nervosa (principalmente música religiosa, parece que eles estão tão preocupados em fazer uma letra "bonitinha" que se esquecem do mais importante, que é fazer um instrumental que não arranhe os ouvidos)
  • 7 blogs pra responder a tag
Essa eu não vou responder porque não conheço ninguém que tenha blog. (Além da Andy).